Antes de falar sobre racismo, devemos prestar atenção a uma importante diferença conceitual: racismo, discriminação e preconceito não são a mesma coisa.

Preconceito é um julgamento que não conhece a causa, ou seja, julgar algo ou alguém sem conhecer a causa.
Discriminação é o ato de ser tratado de maneira diferente, tratando os outros de maneira diferente por diferentes razões.
O racismo é preconceito ou discriminação devido à cor ou raça da pele. Considerando a expansão do conceito, o racismo se enquadra na categoria “preconceito” e “discriminação”, mas não são exaustivos.

Você sabia que?
  • Quase 50% da população do Brasil se declara negra: no Congresso, temos 50% de deputados negros?
  • Existem 50% de médicos negros no hospital?

Quando ocorre?

  • Quando há crime de ódio ou discriminação racial direta: essa manifestação de racismo é mais óbvia. Nesse caso, as pessoas serão caluniadas, violentadas ou incapazes de obter um serviço ou local devido à cor da pele ou origem étnica.
  • Quando existe racismo institucional: a franqueza e a obviedade são fracas, e essa discriminação racial ocorre por meios institucionais, em vez de visar especificamente indivíduos por causa da cor da pele. Exemplos de tais práticas racistas incluem as táticas mais violentas adotadas pela polícia contra negros e a desconfiança do pessoal de segurança e das empresas contra negros sem justificativa uniforme.
  • Quando existe racismo estrutural: é ainda menos óbvio formar racismo estrutural na cultura das pessoas, e essa abordagem não parece ser racismo em muitos casos. A existência de racismo estrutural pode ser observada a partir da observação de que poucos negros ou indígenas ocupam cargos de liderança em grandes empresas; nos melhores cursos universitários, a grande maioria (se não todos) dos estudantes é branca; ou Ao usar expressões verbais e piadas étnicas. Quando as ações acima ou os resultados da investigação são tratados normalmente, a situação piora.

Lei sobre o Racismo

A Lei nº 7716, de janeiro de 1989, estipula que qualquer manifestação que exclua ou discrimine com base na cor da pele, raça ou etnia constitui crime. Essa medida legal, chamada lei anti-racismo, representa um passo importante na luta pela igualdade racial no Brasil e impõe penas de prisão para quem cometer crimes de ódio ou intolerância racial.

De acordo com o texto legal, ao contratar uma empresa, licitar publicamente e entrar em uma loja, academia ou qualquer outro local, as pessoas não devem ser discriminadas com base na cor da pele. Também é proibido disseminar mensagens e símbolos racistas envolvendo a teoria suprema, como personagens nazistas e nazistas. Quando o crime de discriminação racial ocorre pela mídia, a punição pode ser maior, até cinco anos de prisão.

Como combater o racismo?

É necessário combater o racismo pessoal e socialmente todos os dias. O mais importante é perceber que vivemos em uma sociedade racista, que é facilmente verificada ao responder a essas perguntas.

Causas do Racismo

Desde os tempos antigos, o povo da Grécia e da América Latina classifica os estrangeiros como bárbaros e pode denunciar discriminação com base em sua origem. Em particular, o nome de preconceito racial teve origem nos séculos XVI e XVII e foi recentemente afetado pela expansão e colonização oceânica do continente americano.

O governo do “Novo Mundo” (conhecido pelos europeus), o genocídio dos povos indígenas e a escravização sistemática dos povos africanos produziram um movimento que tentou defender essa relação de poder através da chamada hierarquia racial.

No século 19, com o impulso do positivismo para a ciência, surgiu a teoria científica racista, tentando classificar raças e provar a superioridade das raças brancas puras. O filósofo, diplomata e escritor francês Arthur de Gobineau (Arthur de Gobineau, 1816-1882) é um deles: sua “Tese sobre a desigualdade humana” é excelente.

Lembre-se, todos somos iguais! Todos merecemos os mesmos direitos e oportunidades. #BlackLivesMatter #HabboWars
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